A INTENÇÃO é ajudar, mas as correções feitas pela IA deixam o texto sem ritmo, com leitura cansativa e palavras e estruturas repetitivas. Isso tudo faz o texto ficar maçante, e força o leitor – e a pessoa que faz a revisão – ter maior dificuldade em manter o foco na leitura.
Pra textos técnicos e teóricos essa correção faz o texto ficar confuso e dificulta pro leitor “entrar no ritmo” da leitura, o que pode levar (e leva) a pessoa desistir do texto.
Querido escritor, se você contratou um revisor pra trabalhar no seu texto, entregue o que você tem pronto. Não peça pro GPT revisar, por favor! Alguns vícios dele, a gente até consegue tirar; mas a maioria não. A estrutura do texto fica tão marcada que a única alternativa seria reescrever não só o trecho, mas boa parte do texto pra que possa ter linearidade, coesão e sentido.
Saibam: revisar um texto feito ou editado pela IA leva muito mais tempo, custa muito mais recursos de atenção e pede muito mais alterações e interferências do que um texto que não passou por essa ferramenta. E, mesmo assim, ainda não conseguimos tirar todos os vícios do texto porque a coesão fica toda bagunçada.
Pra quem não puder contratar, ou não achou um profissional que sentiu afinidade e confiança, deixo uma dica sincera: façam vocês mesmos a revisão. Deixem o texto de lado por algumas semanas. Mudem o estilo, tamanho e cor da fonte. Leiam de trás pra frente, procurando por possíveis erros pra corrigir. E depois façam uma última leitura no texto. Os recursos do word (e do Libre officer) e o doc do google drive ajudam nas correções sem tirar a autenticidade dos seus textos.
